sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Viva como um cão

Nunca deixe passar a oportunidade de sair para um passeio.
Experimente a sensação do ar fresco e do vento na sua face por puro prazer.
Quando alguém que você ama se aproxima, corra para saudá-lo.
Quando houver necessidade, pratique a obediência.
Deixe os outros saberem quando invadirem o seu território.
Sempre que puder, tire uma soneca e se espreguice antes de se levantar.
Corra, pule e brinque diariamente.
Coma com gosto e entusiasmo, pare quando estiver satisfeito.
Seja sempre leal.
Nunca finja ser o que você não é.
Se o que você deseja está enterrado, cave até encontrar.
Quando alguém estiver passando por um mal dia, fique em silêncio, sente-se
próximo e gentilmente tente agradá-lo
.
Quando chamar a atenção, deixe alguém tocá-lo.
Evite morder quando apenas um rosnado resolver.
Nos dias mornos, deite-se de costa sobre a grama.
Nos dias quentes, beba muita água e descanse embaixo de uma árvore frondosa.
Quando estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes for censurado, não assuma a culpa que não tiver e não
fique amuado... corra imediatamente para os seus amigos.
Alegre-se com o simples prazer de uma caminhada.

Se o seu problema tem solução, então não há com o que se preocupar. E se o seu problema não tem solução, toda preocupação será em vão. (Provérbio Tibetano)
 

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O rouxinol e a rosa

- Ela disse que dançaria comigo se eu lhe levasse rosas vermelhas – exclamou o Estudante – mas estamos no inverno e não há uma única rosa no jardim...
Por entre as folhas, do seu ninho, no carvalho, o Rouxinol o ouviu e, vendo-o ficou admirado...
- Não há nenhuma rosa vermelha no jardim! – disse o Estudante, com os olhos cheios de lágrimas. – Ah! Como a nossa felicidade depende de pequeninas coisas! Já li tudo quanto os sábios escreveram. A filosofia não tem segredos para mim e, contudo, a falta de uma rosa vermelha é a desgraça  da minha vida.
- Eis, afinal, um verdadeiro apaixonado! – disse o Rouxinol. Tenho cantado o Amor noite após noite, sem conhecê-lo no entanto; noite após noite falei dele às estrelas, e agora o vejo... O cabelo é negro como a flor do jacinto e os lábios vermelhos como a rosa que deseja; mas o amor pôs-lhe na face a palidez do marfim e o sofrimento marcou-lhe a fronte.
- Amanhã à noite o Príncipe dá um baile, murmurou o Estudante, e a minha amada se encontrará entre os convidados. Se levar uma rosa vermelha, dançará comigo até a madrugada. Somente se lhe levar uma rosa vermelha... Ah... Como queria tê-la em meus braços, sentir-lhe a cabeça no meu ombro e a sua mão presa a minha. Não há rosa vermelha em meu jardim... e ficarei só; ela apenas passará por mim... Passará por mim... e meu coração se despedaçará.
- Eis um verdadeiro apaixonado... – pensou o Rouxinol. – Do que eu canto, ele sofre. O que é dor para ele é alegria para mim. Grande maravilha, na verdade, é o Amar! Mais precioso que esmeraldas e mais caro que opalas finas. Pérolas e granada não podem comprá-lo, nem se oferece nos mercados. Mercadores não o vendem, nem o conferem em balanças a peso de ouro.
- Os músicos da galeria – prosseguiu o Estudante – tocarão nos seus instrumentos de corda e, ao som de harpas e violinos, minha amada dançará. Dançará tão leve, tão ágil, que seus pés mal tocarão o assoalho e os cortesãos, com suas roupas de cores vivas, reunir-se-ão em torno dela. Mas comigo não bailará, porque não tenho uma rosa vermelha para dar-lhe... – e atirando-se à relva, ocultou nas mãos o rosto e chorou.
- Por que está chorando? – perguntou um pequeno lagarto ao passar por ele, correndo, de rabinho levantado.
- É mesmo! Por que será? – Indagou uma borboleta que perseguia um raio de sol.
- Por quê? – sussurrou uma linda margarida à sua vizinha.
_-Chora por causa de uma rosa vermelha - informou o Rouxinol.
- Por causa de uma rosa vermelha? – exclamaram – Que coisa ridícula! E  o lagarto, que era um tanto irônico, riu à vontade.
Mas o Rouxinol compreendeu a angústia do Estudante e, silencioso, no carvalho, pôs-se a meditar sobre o mistério do Amor.
Subitamente, abriu as asas pardas e voou.
Cortou, como uma sombra, a alameda, e como uma sombra, atravessou o jardim.
Ao centro do relvado, erguia-se uma roseira. Ele a viu. Voou para ela e posou num galho.
- Dá-me uma rosa vermelha – pediu – e eu cantarei para ti a minha mais bela canção!
- Minhas rosas são brancas; tão brancas quanto a espuma do mar, mais brancas que a neve das montanhas. Procura minha irmã, a que enlaça o velho relógio-de-sol. Talvez te ceda o que desejas.
Então o Rouxinol voou para a roseira, que enlaçava o velho relógio-de-sol.
- Dá-me  uma rosa vermelha – pediu – e eu te cantarei minha canção mais linda.
A roseira sacudiu-se levemente.
- Minhas rosas são amarelas como as cabelos dourados das donzelas, ainda mais amarelas que o trigo que cobre os campos antes da chegada de quem o vai ceifar. Procura a minha irmã, a que vive sob a janela do Estudante. Talvez ela possa te possa ajudar.
O Rouxinol então, dirigiu o vôo para  a roseira que crescia sob a janela do Estudante.
- Dá-me uma rosa vermelha - pediu - e eu te cantarei a mais linda de minhas canções.
A roseira sacudiu-se levemente.
- Minhas rosas são vermelhas, tão vermelhas quanto os pés das pombas, mais vermelhas que os grandes leques de coral que oscilam nos abismos profundos do oceano. Contudo, o inverno regelou-me até as veias, a geada queimou-me os botões e a tempestade quebrou-me os galhos. Não darei rosas este ano.
- Eu só quero uma rosa vermelha, repetiu o Rouxinol, - uma só rosa vermelha. Não haverá meio de obtê-la?
- Há, respondeu  a Roseira, mas é meio tão terrível que não ouso revelar-te.
- Dize. Não tenho medo.
- Se queres uma rosa vermelha, explicou a roseira, hás de fazê-la de música, ao luar, tingi-la com o sangue de teu coração. Tens de cantar para mim com o peito junto a um espinho. Cantarás toda a noite para mim e o espinho deve ferir teu coração e teu sangue de vida deve infiltrar-se em minhas veias e tornar-se meu.
- A morte é um preço exagerado para uma rosa vermelha – exclamou o Rouxinol – e a Vida é preciosa... É tão bom voar, através da mata verde e contemplar o sol  em seu esplendor dourado e a lua em seu carro de pérola...O aroma do espinheiro é suave, e suaves são as campânulas ocultas no vale, e as urzes tremulantes na colina. Mas o Amor é melhor que a Vida. E que vale o coração de  um pássaro comparado ao coração de um homem?
Abriu as asas pardas para o vôo e ergueu-se no ar. Passou pelo jardim como uma sombra e, como uma sombra, atravessou a alameda.
O Estudante estava deitado na relva, no mesmo ponto em que o deixara, com os lindos olhos inundados de lágrimas.
- Rejubila-te – gritou-lhe o Rouxinol - Rejubila-te; terás a tua rosa vermelha. Vou fazê-la de música, ao luar. O sangue de meu coração a tingirá. Em conseqüência só te peço que sejas sempre verdadeiro amante, porque o Amor é mais sábio do que a Filosofia; mais poderoso que o poder.. Tem as asas da cor da chama e da cor da chama tem o corpo. Há doçura de mel em seus braços e seu hálito lembra o incenso.
O Estudante ergueu a cabeça e escutou. Nada pode entender, porém, do que dizia o Rouxinol, pois sabia apenas o que está escrito nos livros.
Mas o Carvalho entendeu e ficou melancólico, porque amava muito o pássaro que construíra ninho em seus ramos.
- Canta-me um derradeiro canto - segredou-lhe - sentir-me-ei tão só depois da tua partida.
Então o Rouxinol cantou para o Carvalho, e sua voz fazia lembrar a água a borbulhar de uma jarra de prata.
Quando o canto finalizou, o Estudante levantou-se, tirando do bolso um caderninho de notas e um lápis.
- Tem classe, não se pode negar – disse consigo – atravessando a alameda. Mas terá sentimento? Não creio. É igual a maioria dos artistas. Só estilo, sinceridade nenhuma. Incapaz de sacrificar-se por outrem. Só pensa e cantar e bem sabemos quanto a Arte é egoísta. No entanto, é forçoso confessar, possui maravilhosas notas na voz. Que  pena não terem significação alguma, nem realizarem nada realmente bom!
Foi para o quarto, deitou-se e, pensando na amada, adormeceu.
Quando a lua refulgia no céu, o Rouxinol voou para a Roseira e apoiou o peito contra o espinho. Cantou a noite inteira e o espinho mais e mais foi se enterrando em seu peito, e o sangue de sua vida lentamente se escoou...
Primeiro descreveu o nascimento do amor no coração de um menino e uma menina; e, no mais alto galho da Roseira, uma flor desabrochou, extraordinária, pétala por pétala, acompanhando um canto e outro canto. Era pálida, a princípio, qual a névoa que esconde o rio, pálida qual os  pés da manhã e as asas da alvorada. Como sombra de rosa num espelho de prata, como sombra de rosa em água de lagoa era a rosa que apareceu no mais alto galho da Roseira.
Mas a Roseira pediu ao Rouxinol que se unisse mais ao espinho. – Mais ainda, Rouxinol, - exigiu a Roseira, - senão o dia raia antes que eu acabe a rosa.
O Rouxinol então apertou ainda mais o espinho junto ao peito, e cada vez mais profundo lhe saía o canto porque ele cantava o nascer da paixão na alma do homem e da mulher.
E tênue nuance rosa nacarou as pétalas, igual ao rubor que invade a face do noivo quando beija a noiva nos lábios.
Mas o espinho não lhe alcançava ainda o coração e o coração da flor continuava branco – pois somente o coração de um Rouxinol pode avermelhar o coração de rosa.
- Mais ainda, Rouxinol, - clamou a Roseira - raiar o dia antes que eu finalize a rosa.
E o Rouxinol, desesperado, calcou-se mais forte no espinho, e o espinho lhe feriu o coração, e uma punhalada de dor o traspassou.
Amarga, amarga lhe foi a angústia e cada vez mais fremente foi o canto, porque ele cantava o amor que a morte aperfeiçoa, o amor que não morre nem no túmulo.
E a rosa maravilhosa tornou-se purpurina como a rosa do céu oriental. Suas pétalas ficaram rubras e, vermelho como um rubi, seu coração.
Mas a voz do Rouxinol se foi enfraquecendo, as pequeninas asas começaram a estremecer e uma névoa cobriu-lhe o olhar, o canto tornou-se débil e ele sentiu qualquer coisa apertar-lhe a garganta.
Então, arrancou do peito o derradeiro grito musical.
Ouviu-o a lua branca, esqueceu-se da Aurora e permaneceu no céu.
A rosa vermelha o ouviu, e trêmula de emoção, abriu-se à aragem fria da manhã. Transportou-o o Eco, à sua caverna purpurina, nos montes, despertando os pastores de seus sonhos. E ele levou-os através dos caniços dos rios e eles transmitiram sua mensagem ao mar.
- Olha! Olha! Exclamou a Roseira. - A rosa está pronta, agora.
Ao meio dia o Estudante abriu a janela e olhou.
- Que sorte! - disse - Uma rosa vermelha! Nunca vi rosa igual em toda a minha vida. É tão linda que tem certamente um nome complicado em latim. E curvou-se para colhê-la.
Depois, pondo o chapéu, correu à casa do professor.
- Disseste que dançarias comigo se eu te trouxesse uma rosa vermelha, - lembrou o Estudante. – Aqui tens a rosa mais linda e vermelha de todo o mundo. Hás de usá-la, hoje a noite, sobre ao coração, e quando dançarmos juntos ela te dirá o quanto te amo.
A moça franziu a testa.
- Esta rosa não combina com o meu vestido, disse. Ademais, o Capitão da Guarda mandou-me jóias verdadeiras, e jóias, todos sabem, custam muito mais do que flores...
- És muito ingrata! – exclamou o Estudante, zangado. E atirou a rosa a sarjeta, onde a roda de um carro a esmagou.
- Sou ingrata? E o senhor não passa de um grosseirão. E, afinal de contas, quem és? Um simples estudante... não acredito que tenhas fivelas de prata, nos sapatos, como as tem o Capitão da Guarda... – e a moça levantou-se e entrou em casa.
- Que coisa imbecil, o Amor! – Resmungou o estudante, afastando-se. – Nem vale a utilidade da Lógica, porque não prova nada, está sempre prometendo o que não cumpre e fazendo acreditar em mentiras. Nada tem de prático e como neste século o que vale é a prática, volto à Filosofia e vou estudar metafísica.
Retornou ao quarto, tirou da estante um livro empoeirado e pôs-se a ler...

(Oscar Wilde)

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Eramos duas estranhas, mas ela se deu tão bem no meu colo... Muito fofa essa gata!

 
É curioso observar como a vida nos oferece resposta aos mais variados questionamentos do cotidiano... Vejamos:
A mais longa caminhada só é possível passo a passo...
O mais belo livro do mundo foi escrito letra por letra...
Os milênios se sucedem, segundo a segundo...
As mais violentas cachoeiras se formam de pequenas fontes...
A imponência do pinheiro e a beleza do ipê começaram ambas na simplicidade das sementes...
Não fosse a gota e não haveria chuvas...
O mais singelo ninho se fez de pequenos gravetos e a mais bela construção não se teria
efetuado senão a partir do primeiro tijolo...
As imensas dunas se compõem de minúsculos grãos de areia...
Como já refere o adágio popular, nos menores frascos se guardam as melhores fragrâncias...
É quase incrível imaginar que apenas sete notas musicais tenham dado vida à "Ave Maria", de Bach, e à "Aleluia", de Hendel...
O brilhantismo de Einstein e a ternura de Tereza de Calcutá tiveram que estagiar no período fetal e nem mesmo Jesus, expressão maior de Amor, dispensou a fragilidade do berço...
... Assim também o mundo de paz, de harmonia e de amor com que tanto sonhamos só será construído a partir de pequenos gestos de compreensão, solidariedade, respeito, ternura, fraternidade, benevolência, indulgência e perdão, dia a dia...
Ninguém pode mudar o mundo, mas podemos mudar uma pequena parcela dele:
esta parcela que chamamos de "Eu".
Não é fácil nem rápido...
Mas vale a pena tentar!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Inocência

Uma menininha, diariamente, vai e volta andando para a sua escola. Apesar do mau tempo daquela manhã e de nuvens estarem se formando, ela fez seu caminho diário para a escola. Com o passar do tempo, os ventos aumentaram e junto os raios e trovões. A mãe pensou que sua filhinha poderia ter muito medo no caminho de volta pois ela mesma estava assustada com os raios e trovões.
Preocupada, a mãe rapidamente entrou em seu carro e dirigiu pelo caminho em direção à escola.
Logo ela avistou sua filhinha andando, mas, a cada relâmpago, a criança parava, olhava para cima e sorria.
Outro e outro trovão e, após cada um, ela parava, olhava para cima e sorria!
Finalmente, a menininha entrou no carro e a mãe curiosa foi logo perguntando:
-'O que você estava fazendo?'
A garotinha respondeu:
-'Sorrindo! Deus não pára de tirar fotos minhas!!'
Deixemos que toda inocência floresça em nossos corações para podermos ver a bela e real felicidade que está nos momentos de simplicidade...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Sr e Sra Smith

Minha linda e saudável filha quando pega para tirar uma simples foto fica com mal de Parkinson, treme tudo. Como podem ver... Coitada, te amo filha!!!  Mas att q ficou legal, dá pra saber quem são pelo menos. 
Sr e Sra Smith.
Pedi para "o" papai noel (maridão) que me desse algo que eu pudesse usar que eu fosse gostar muito e que deixasse toda linda! Ele me deu uma bicicleta ergométrica... Não entendi, o que vc pensou ai no fundo?! Não, não é pq estou gorda, bem não me acho gorda o bastante pra ganhar de natal um bicicleta ergométrica, acho q é para economizar com academia... rs Olha a desculpa q logo logo virá: Vc já tem uma academia em casa pra que ir até lá... Homens, nunca irão entender q é sagrado suar na frente e enormes... ops. espelhos. rs E tem todo um ritual, roupa, cabelo, ténis, meia... Esse papai noel não teve criatividade, da próxima vez peço chocolate! É, presente adiantado não vale, boa idéia!!!

O verdadeiro amigo.

Qualquer um pode ficar ao seu lado quando você está certo, mas um amigo verdadeiro permanece ao seu lado mesmo quando você está errado.

Um simples amigo se identifica quando liga para você.

Um amigo verdadeiro não precisa, pois vocês conhecem suas vozes.
Um simples amigo inicia uma conversa com um boletim de novidades sobre a própria vida.

Um amigo verdadeiro diz: "O que há de novo sobre você?"

Um simples amigo acha que os problemas pelo quais você está se queixando são recentes.
Um verdadeiro diz:
"Você tem se queixado sobre a mesma coisa pelos últimos quatorze anos. Saia deste marasmo e faça algo sobre isto".

Um simples amigo nunca o (a) viu chorar.

Um verdadeiro amigo tem seus ombros encharcados por suas lágrimas.
Um simples amigo não sabe o nome dos seus pais.
Um verdadeiro amigo tem o telefone deles em sua agenda.
Um simples amigo traz uma garrafa de vinho para sua festa.
Um verdadeiro amigo chega mais cedo para ajudá-lo a cozinhar e fica até mais tarde para ajudá-lo na limpeza.

Um simples amigo odeia você ligar após ele já ter ido para cama.

Um amigo verdadeiro pergunta porque demorou tanto para ligar.
Um simples amigo procura conversar com você sobre seus problemas.
Um amigo verdadeiro procura ajudá-lo a resolver seus problemas.

Um simples amigo fica imaginando sobre suas histórias românticas.

Um amigo verdadeiro amigo, poderia chantageá-lo com o que ele sabe.
Um simples amigo, quando o visita, age como um convidado.
Um verdadeiro amigo abre sua geladeira e se serve.
Um simples amigo acha que a amizade terminou
quando vocês têm uma discussão.

Um verdadeiro amigo sabe que não existe uma amizade enquanto vocês não tiveram divergência.

Um simples amigo espera que você sempre esteja por perto quando ele precisar.
Um verdadeiro amigo espera estar sempre por perto quando você precisar dele.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Ninguém chega até VOCÊ por acaso. Em "TUDO" há o propósito de Deus!

SE ALGUÉM TE PROCURAR...

Com frio... É porque você tem o cobertor.

Com alegria... É porque você tem o sorriso.

Com lágrimas... É porque você tem o lenço.

Com versos... É porque você tem a música.

Com dor... É porque você tem o curativo.

Com palavras... É porque você tem a audição.

Com fome... É porque você tem o alimento.

Com beijos... É porque você tem o mel.

Com dúvidas... É porque você tem o caminho.

Com orquestras... É porque você tem a festa.

Com desânimo... É porque você tem o estímulo.

Com fantasias... É porque você tem a realidade.

Com desespero... É porque você tem a Serenidade.

Com entusiasmo... É porque você tem o brilho.

Com segredos... É porque você tem a cumplicidade.

Com tumulto... É porque você tem a calma.

Com confiança... É porque você tem a força.

Com medo... É porque você tem o AMOR!

domingo, 12 de dezembro de 2010

CENOURA, OVO OU CAFÉ

Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela.
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater.
Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele.
Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Logo as panelas começaram a ferver.
Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás.
Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela.
Retirou os ovos e os colocou em uma tigela.
Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.
Virando-se para ela, perguntou: "Querida, o que você está vendo? "
"Cenouras, ovos e café" ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Ela perguntou humildemente: "O que isto significa, pai? "
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.
O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente , ele havia mudado a água.
"Qual deles é você? " ele perguntou a sua filha.
"Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café? "
 E você?
Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha e se torna frágil e perde sua força?
Será que você é como o ovo, que começa com um coração maleável? Você teria um espírito maleável, mas depois de alguma morte, uma falência, um divórcio ou uma demissão, você se tornou mais difícil e duro? Sua casca parece  ser a mesma, mas você está mais amargo e obstinado, com o coração e o espírito, inflexíveis?
Ou será que você é como o pó de café? Ele muda a água fervente, a coisa que está trazendo a dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a 100 graus centígrados. Quanto mais quente estiver a água, mais gostoso se torna o café.
Se você é como o pó de café, quando as coisas se tornam piores, você se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também se tornem melhores.
Como você lida com a adversidade? 

(Autor desconhecido mas muito bom em reflexão.)

Para conversar com Deus

Para conversar com Deus é preciso antes de tudo aprender a estar em silêncio.
Muitos se queixam que não conseguem ouvir a voz de Deus e, portanto, não há nenhum mistério. 
Deus nos fala. Mas geralmente estamos tão preocupados em falar, falar e falar, que Ele simplesmente nos ouve. Se falamos o tempo todo, nada mais natural que ouvirmos o som da nossa própria voz. Enquanto nosso eu estiver dominando, só ouviremos a nós mesmos. 
A maneira mais simples de orar é ficar em silêncio, colocar a alma de joelhos e esperar pacientemente que a presença de Deus se manifeste. E Ele vem sempre. Ele entra no nosso coração e quebranta nossas vidas. Quem teve essa experiência um dia nunca se esquecerá.
Nosso grande problema é chegar na presença de Deus para ouvir somente o que queremos. Geralmente quando chegamos a Ele para pedir alguma coisa, já temos a resposta do que queremos. Não pedimos que nos diga o que é melhor para nós, mas dizemos a Ele o que queremos e pedimos isso. É sempre nosso eu dominando, como se inversamente, fôssemos nós deuses e que Ele estivesse à disposição simplesmente para atender a nossos desejos. Mas Deus nos ama o suficiente para não nos dar tudo o que queremos, quando nos comportamos como crianças mimadas. Deus nos quer amadurecidos e prontos para a vida.
Quem é Deus e quem somos nós? Quem criou quem e quem conhece o coração de quem? Somos altivos e orgulhosos. Se Deus não nos fala é porque estamos sempre falando no lugar dEle.
Portanto, se quiser conversar com Deus, aprenda a estar em silêncio primeiro. Aprenda a ser humilde, aprenda a ouvir. E aprenda, principalmente, que Sua voz nos fala através de pessoas e de fatos e que nem sempre a solução que Ele encontra para os nossos problemas são as mesmas que impomos. Deus também diz "não" quando é disso que precisamos. Ele conhece nosso coração muito melhor que nós, pois vê dentro e vê nosso amanhã. Ele conhece nossos limites e nossas necessidades. 
A bíblia nos dá este conselho: "quando quiser falar com Deus, entra em seu quarto e, em silêncio, ora ao Teu Pai."
Eis a sabedoria Divina, a chave do mistério e que nunca compreendemos. Mas ainda é tempo...
Encontramos no livro de Provérbios a seguinte frase:
"as palavras são prata, mas o silêncio vale ouro." 
A voz do silêncio é a voz de Deus. E falar com Ele é um privilégio maravilhoso acessível a todos nós.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Viver não dói.

Fiquei sabendo que um poeta mineiro que eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria completado 100 anos no mês de agosto, caso vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta, Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele, e um em especial me chamou a atenção: "Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive".
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: 
se iludindo menos e vivendo mais.

"Se eu pudesse estudar meu coração
E entender por que ele cai em tentação
Um conflito que me invade, 

Minha consciência pesa, não consigo nem dormir
Eu preciso achar um jeito de parar
E esse venenoso instinto controlar
Se isso for uma doença, eu não quero ser assim
Eu preciso regar uma única flor no meu jardim..."
Acho que sou a única pessoa no mundo que chora ao ouvir thriller de michael jackson e aquela musica muito engraçada do latino, sem noção. Nem adianta chamar os médicos pq sou normal segundo minha psiquiatria.
Hj faço 27 anos e nem tá doendo.., ainda! Tirando o bucho que não sai de mim nem malhando como uma condenada, estou bem. Alguém ano passado me comparou com um motor de carro 2.6 como não entendo melhor achar que foi um elogio, esse ano ainda não sei com que vão me comparar espero que não seja com uma chimbica.... Pra falar verdade estou triste, é meu primeiro ano de aniversário sem papai. Ele não era de festa mas tenho certeza que lembrava desse dia com muita alegria, Se a saudade falasse hj estaria chorando por muita falta do meu papaizinho que tanto me amou e cuidou, me fazendo chorona sentimental com tantos mimos... Papai te amoooo eternamente Obrigada por tudo!!!! Se sou uma pessoa do bem hj é obra da educação que tive, dos muitos nãos e poucos sim dos castigos e livros enormes sem figura nenhuma, obrigada por ter me ensinado a rezar e desde pequena me abençoar, sinto muita falta do toque do dedo na minha testa selando com um beijo de boa noite. Parabéns ao primeiro homem que amei e que me deu a vida junto com mamãe que também tenho muita saudade...

domingo, 5 de dezembro de 2010


Quando tudo parecer caminhar errado, seja você a tentar o primeiro passo certo;
Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz,
traga para a treva, você primeiro, a pequena lâmpada;
Quando todos estiverem chorando,  tente você o primeiro sorriso;
talvez não na forma de lábios sorridentes, mas na de um coração que
compreenda, de braços que confortem;
Se a vida inteira for um imenso não, não pare você na busca do primeiro
sim, ao qual tudo de positivo deverá seguir-se;
Quando ninguém souber coisa alguma, e você  souber um pouquinho,
seja o primeiro a ensinar,  começando por aprender você mesmo,
corrigindo-se a si mesmo;
 Quando alguém estiver angustiado à procura, consulte  bem o que se passa,
talvez seja em busca de você mesmo que este seu irmão esteja;
Daí, portanto, o seu deve ser o primeiro  a aparecer,  o primeiro a mostrar-se,
primeiro que pode ser o único e,  mais sério ainda, talvez o último;
Quando a terra estiver seca,  que sua mão seja a primeira a regá-la;
quando a flor se sufocar na urze e no espinho,
que sua mão seja  a primeira a separar o joio, a arrancar a praga,
a afagar a pétala, a acariciar a flor;
Se a porta estiver fechada, de você venha a primeira chave;
Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a  primeira proteção
e primeiro abrigo.
Se o pão for apenas massa e  não estiver cozido,
seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.
Não atire a primeira pedra em quem erra.
De acusadores o mundo está cheio; nem, por outro lado, aplauda o erro;
dentro em pouco, a ovação será ensurdecedora;
 Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu; 
sua atenção primeiro para  aquele que foi esquecido;
 Seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém;
 Quando tudo for espinho, atire a primeira flor;
seja o primeiro a mostrar que há  caminho de volta,
 compreendendo que o perdão regenera,
que a  compreensão edifica,  que o auxílio possibilita,
 que o entendimento reconstrói.
 Atire você, quando tudo for pedra,
a primeira e decisiva flor.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

No meu lindo e espaçoso quarto estendida na minha cama box bemmmm grande (No caso a largura, do tamanho é (1,38 X 1,88) ou seja o nome é bem lindo, King Size, por isso o bemmmm grande, com a janela que é bem grande tb, aberta, olhando pra janela da casa da Deise pois a casa dela é a mais alta que a minha, então meu quartinho dá exatamente para o quarto da Ilda, Ô visão boa! Não sei o que ela ( a DEISE) faz lá à essa hora, deve estar trocando a fralda geriátrica da Anja. Em fim, no escuro e ouvindo a chuva aos pingos em uma latinha de sei lá o que, tenho vontade de dormir, mas ainda não consegui.  já desisti de tentar, e não é pelo barulho irritante, é que, os meus olhos cansaram-se do preto, agora vêm branco, mas eu acho que eles precisam de preto, o branco torna-os mais vermelhos e o preto mais brancos. vermelho é mais bonito que branco. mas eles não querem ver preto, são teimosos, assim vão ficar feios, e eu vou ficar feia. o preto emagrece. vermelho e verde não combina, branco e verde sim, criam uma combinação harmoniosa... Foi um momento muito emocionante/stressante de solidão na minha super cama com aquele nome muito lindo até parece nome de japonês rs aliás perdi meu marido a dias ele dorme láaaaa do outro lado, e agora do nada me vem um outro e novo pensamento muito estranho na cabeça,  Preciso/quero encontrar/comprar um diário gráfico! não desenho nada sem ser casas com enormes garagens flutuantes há séculos (mais aproximadamente 1/3 meses), e portanto preciso urgentemente de me decidir quanto ao caderno que vou adquirir. E é aqui que me surge um novo problema, não sei se compro A5 ou A6, nunca encontro um tipo de papel que tenha a cor que quero, ou o papel é bom de mais ou é mau de mais, ou é caro de mais ou... esquece nunca pode ser barato de mais, mas pronto... são este tipo de problemas que encontro na minha decisão pelo melhor e tem mais não faço ideia do que quero. (problema complexo de mais, ou longo de mais, ou simples de mais para ser explicado). Vc acreditaria se eu dissesse que fui abduzida por ets com corpos de elefante, e o pior que me senti bem.., MAGRINHAaaa. Quando fecho meus olhos depois vejo muitas bolas liláses como um pisca pisca, descendo.., subindo... É lindo! Juro que não uso drogas. Quando terminei de escreve essa porcaria que não irá ajudar ninguém, um grande dilema aconteceu, pq comigo as coisas são grandes e intensas, a cor, a cor do infeliz do texto que vc que não tem nada pra fazer agora esta lendo!Lembre-se que ninguém te obrigou a ler.Eu não vou me desculpar pelo seu tempo perdido. Pelamor. Preciso desligar-me desse mundo só por hj é de mais pra minha cabeça... affe! 
Para finalizar já estou falando de pés, uma ft dos meus pés que não tem chulé, foi uma ft tirado sem querer estava na casa da.... nem sei de quem, mas era uma casa, e fui tirar ft do gato dela e ele se assustou com o som da minha câmera, ela late, acho que o pobre do gatinho não gostou muito do "au-au" e saiu correndo, pena que nem deu pra ele sair na ft, tadinho estava se esfregando na minha perna com tanto gosto... Taí a ft, tenta imaginar um gato ai!
Kibom, já estou com sono, vou ter que sair à francesa...

Rosas

Papai adorava rosas e tinha mãos boas para planta-las, nosso jardim de casa vivia cheio de flores, lindas rosas brancas e vermelhas, era lindo de se vê. Hoje não vejo mais jardins com rosas é triste, então bora planta-las...

A rosa é a flor associada a Deusa Afrodite e sua origem mitológica conta a história de como a Deusa Cibeles criou a rosa, em represália a uma competição de beleza com a Deusa do amor Afrodite. Já, segundo uma lenda islâmica, a rosa branca nasceu do suor exalado por Mahoma, quando este subiu à montanha sagrada.
No cristianismo, a rosa teve um papel importante. A Virgem Maria era representada por uma rosa que simbolizava o mistério da vida. Os alquimistas acreditam que a rosa era o único ingrediente que compunha o elixir da eterna juventude. E, os cavaleiros da Tábua Redonda à essa flôr como representação do Santo Graal.

COMO PLANTAR ROSAS:
Assim como a maioria das flôres as rosas necessitam:
1. Muito sol – No mínimo 6 horas de sol forte diariamente, menos horas de sol... menos flores.
2. Boa terra – bem drenada, capaz de prender a umidade e enriquecido com compôsto orgânico.
3. Cuidados extras – Regue bem em dias secos para mantê-las hidratadas, aplique fertilizantes específicos para rosas a cada 60 dias.

Plantando rosas:
Mantenha as raizes das rosas sempre úmidas antes de plantar.
Coloque-as em um balde com água morna por uma hora antes de plantar.
Faça um buraco grande para que caiba toda a extensão das raízes.
Coloque o nódulo (uma área mais grossa do caule situada entre a raiz e os bastões) pelo menos 2 polegadas abaixo da linha do solo, e, por fim, preenha o buraco com terra úmida e enriquecida com composto orgânico.

OUTRAS OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
A beleza das rosas tem pelo menos dois inimigos certos: FUNGOS E INSETOS.
Para enfrentá-los, é preciso observar certos detalhes:
1 Observe sempre as roseiras: Fazendo inspeções periódicas é possível identificar qualquer problema ainda no início e tratar logo de combatê-lo;
2 Previna-se: Remediar é bem mais difícil.
Fazendo aplicações periódicas de produtos preventivos (contra fungos, principalmente), os riscos dos ataques serem mais severos ficam reduzidos;
3 Garanta sempre uma boa alimentação: A nutrição é fator fundamental para o bom desenvolvimento das roseiras e sua saúde. Uma fertilizaçãoo orgânica, feita periodicamente, fornece à planta boas quantidade de macro e micronutrientes, tornando-as mais resistentes aos ataques de insetos e doenças.
4 Mantenha o "exército natuaral" de defesa: A natureza é sábia e, juntamente com as pragas, criou também seus amigos:
As joaninhas são excelentes predadoras dos pulgões, os pássaros combatem as lagartas, hortelã plantada nos canteiros espanta as formigas...;

Os Vilões:
Pulgões:
São os mais comuns. Sugadores, causam deformações nas partes atacadas, principalmente brotos novos e botões.
Combata-os, de maneira mais natural, com calda de fumo.
Ácaros:
São quase invisíveis a olho nú e se localizam, em colônias, na parte inferior das folhas, causando grandes prejuízos.
A aplicação de enxofre solúvel pode servir como prevenção.
Trips:
Pequenos insetos voadores que deformam as flores, logo no início da brotação.
Em grandes ataques, podem destruir completamente a planta, por essa razão, necessitam de um controle químico, sob orientação.
Formigas-cortadeiras:
Fazem mais estragos nas folhas e brotos. Iscas formicidas costumam ser bem eficazes.
Besouros:
A variedade é grande, mas as vaquinhas são as que mais destroem as flôres.
Também precisam de combate químico, quando o ataque for grande.
Mofo-cinzento:
Doença causada por um fungo que tem preferência pelas flores e botões.
Costuma ocorrer em épocas de chuvas prolongadas e muita umidade.
Pode-se prevenir o problema com a aplicação de fungidas.
Mofo-branco:
É o famoso oídio, que não escolhe época para atacar.
Os botões e as folhas são os alvos preferidos.
A prevenção pode ser feita com os mesmos fungicidas usados para controlar o mofo-cinzento e o combate é reforçado com enxofre solúvel.
Mancha-preta:
Ataca as folhas, amarelando-as e derrubando-as.
Costuma atacar mais quando há mudanças bruscas de temperatura.
Também pode ser prevenida com fungicidas.
Míldio:
Surge com mais frequência nos períodos quentes, quando há excesso de chuvas.
É uma doença devastadora, capaz de destruir brotos novos e folhas e, se não for controlada, mata mesmo a planta.
Qualquer suspeita de ocorrência deve ser rapidamente combatida com produtos específicos existentes nas casas especializadas em produtos agropecuários.

Use e abuse dos métodos naturais para cultivar suas rosas: Quanto menos produtos químicos forem utilizados, melhor. Assim, você estará mantendo o equilíbrio natural e prevenindo contra problemas que surgem com o manuseio de química.

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Não poderia deixar de fora as rasteirinhas...




Apesar de salto alto ser sinônimo de elegância e dar um certo status, poucas são as mulheres que resistem ao conforto das rasteirinhas. As sandálias chegaram de mansinho, sugerindo um estilo mais alternativo, e hoje já dominam os pés das mulheres em modelos que vão desde o chinelinho de praia até as versões mais elaboradas com pedras, brilhos e bordados para festas.
Um dos destaques deste Verão, são as que cobrem o calcanhar (modelo da foto) ou as que trazem fitas e laços para prender no tornozelo. As rasteirinhas foram inspiradas na Riviera Francesa da década de 60 e aliam a praticidade do salto baixo com a jovialidade da marca. As peças combinam listras, bolas, formas geométricas e flores com metalizados futuristas e materiais como verniz, palha, juta, corda, lona e novas texturas no couro.
Por serem práticas, confortáveis e bonitas, as rasteirinhas já se tornaram a tendência do Verão. Mas o sucesso tem sido tão grande entre o público feminino que o modelo deve continuar em alta para as próximas coleções. Prova disso é que estão sendo cada vez mais usadas com roupas sociais e para trabalhar. Os catálogos de moda também já adotaram de vez as rasteirinhas como opções para completar os look de balada. O bom é que, se bem escolhida, a mesma sandália usada no dia-a-dia pode ser o toque final do visual despojado para uma festa à noite.
Uma nova geração de mulheres, que pensam mais no bem estar, está encerrando aquele velho mito de que “qualquer sacrifício é válido para ficar bonita”. Até porque elas estão descobrindo que podem destacar sua beleza sem necessariamente ter de sofrer. A questão é: por que usar um salto alto se você consegue ficar tão feminina e charmosa quanto usando salto baixo? Isso é uma questão de estilo. Hoje a moda não dita mais o que se deve ou não usar, e o segredo das rasteirinhas é ter bom senso para combiná-las com as mais variadas peças do guarda-roupa.

Eu uso e aprovo!

Os longos estarão com tudo no nosso verão 2011.
Nada melhor para enfrentar os dias quentes de verão do que um vestido fresco e esvoaçante.
Coloridos, ousados ou em tons pastel, os vestidos longos vão da praia à festa na próxima estação.
Eles são confortaveis e versáteis e ficam muito bem com rasteirinhas ou mesmo com saltos mais altos.
Surgido nos anos 1970, o estilo tem dominado as passarelas.
As peças com a estética e o espírito dos anos 70 retornam aos holofotes em oposição ao minimalismo que reinou durante os anos 1990 e tem voltado à moda nas últimas coleções.
A estética traz a nostalgia do “paz e amor”, mas também reflete os dias de hoje, nos quais diversas pessoas se articulam em torno da idéia de um mundo mais livre e pacífico.
Dentre as peças que marcaram época, sem dúvida, está o vestido longo.
Confortáveis e femininos, eles dominarão o verão com certeza!
Eles irão da descontração às festas mais elegantes com a mesma classe.
Ouse nos detalhes, fendas e sensualidade, podendo compor um visual chique com bijouterias delicadas


terça-feira, 30 de novembro de 2010

Hoje mesmo, ao comungar, junto ao altar todo em flor, dizia eu, bem baixinho: Fica comigo, Senhor!
Seja a primeira comunhão a mais doce recordação de nossa vida.

sábado, 27 de novembro de 2010

Depilação a parte gostosa da coisa.

Esperto sinceramente que depois de ler esse texto vocês valorizem mais aquela pitititica lisinha que sua mulher/namorada/ficante/taradaquevocêpegounabalada.
 - “Tenta sim. Vai ficar lindo.”
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu marido ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- “Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- “Vai depilar o quê?”
- “Virilha.”
- “Normal ou cavada?”

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- “Cavada mesmo.”
- “Amanhã, às… deixa eu ver…13h?”
- “Ok. Marcado.”

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique.
Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.
Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso
cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- “Querida, pode deitar.”
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus , era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- “Quer bem cavada?”
- “…é … é, isso.”

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- “Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- “Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- “Pode abrir as pernas.”
- “Assim?”
- “Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.”
- “Arreganhada, né?”

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- “Tudo ótimo. E você?”
Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- “Quer que tire dos lábios?”
- “Não, eu quero só virilha, bigode não.”
- “Não, querida, os lábios dela aqui ó.”

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.
Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- “Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.”
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- “Olha, tá ficando linda essa depilação.”
- “Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.”

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. - “Me leva daqui, Deus, me teletransporte”. – Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- “Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?”
- “Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.”

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da puta arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- “Vamos ficar de lado agora?”
- “Hein?”
- “Deitar de lado pra fazer a parte cavada.”

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- “Segura sua bunda aqui?”
- “Hein?”
- “Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
”
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê… Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- “Tudo bem, Pê?”
- “Sim… sonhei de novo com o fiofó de uma cliente ou melhor com o fiofó da Elen."

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu twin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cús por dia. Aliás, isso até aliviava minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- “Vira agora do outro lado.”
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A bruaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra que? Será que ele merece tantoooo sofrimento meu assim?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- “Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.”
- “Máquina de quê?!”
- “Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.”
- “Dói?”
- “Dói nada.”
- “Tá, passa essa merda…”
- “Baixa a calcinha, por favor.”

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha!!!…como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cú. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
” – Prontinha. Posso passar um talco?”
- “Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.”
- “Tá linda! Pode namorar muito agora.”

Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso . Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Se algum homem estiver lendo isso, imaginem: uma cera quente no meio das tuas pernas que logo em seguida será puxada por uma sadomasoquista sem piedade(e você sabe disso), então fica esperando aquela dor chegar e quando chega parece que sua alma foi junto. 
Desculpa-me as palavras feias.