O que sentimos bater,
O que nos faz chegar,
A essa maneira de pensar...
A solidão e a porta aberta
No enquadrar dessa janela
Devagarzinho sem ter pressa
Corre a lágrima aos meus pés
É a dor que bate sem rumo
O sussurro que habita o mundo
A escuridão uma promessa
Que minha alma nunca peça...
A felicidade corre longe...
É a chuva que cai por entre o azul
Ao fundo, um rasgo no horizonte
Recubro-me aos olhos de Cabul...
É o vazio que não se sente
A luz que não se vê
O frio que só traz poente
O dia a anoitecer...
Oi, Elen, boa noite!!
ResponderExcluirFiquei paralisado pela dúvida entre a beleza da foto e a da poesia. Dúvida que, longe de ser cruel, é prazerosa: qual é mais linda?! Fiz questão de clicar na foto. Prontamente me decidi por ela. Mas reli a poesia por três vezes, e a dúvida permaneceu... Bem, quem resolverá isso não serei eu, já que me é facultado ceder o empate. Ou optar pela clássica saída de que pintura e literatura não concorrem... Você dirá que é uma foto, mas insisto na pintura.
É a dor que bate sem rumo
O sussurro que habita o mundo
A escuridão uma promessa
Que minha alma nunca peça...
Definitivamente, linda!
Um beijo carinhoso!
Lello
P.S. – Roubei sua foto para meu protetor de tela.
Tudo que vc fala, escreve é lindo...
ResponderExcluirAgora vc que me deixou tímida, sem palavras, calou minha boca. rsrs
Obrigada é pouco, de todo coração muito obrigada!!! Vc é belo, mais bem mais que vc imagina... Te adorooo!
ha! A ft não foi roubo não, eu te dou ela. E obrigada pelo elogio ao todo. bjs
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